Every time a problem arises, the essential thing is to immediately become aware that the problem comes from our selfish mind, that it is created by self-cherishing thoughts. As long as you put the blame outside yourself, there can be no happiness.
Lama Zopa Rinpoche.
Photo by Julie Cee.
A Paciência Búdica
Diferente da paciência cultural,
essa não se esgota: é infinita.
Está sempre à disposição do Buda,
como uma fonte de água pura.
Por vezes o ego grita desesperadamente
para desviar a atenção do Buda,
E com isso desviá-lo da sua fonte:
fonte de força e fonte de sabedoria.
A resposta para esse grito é o silêncio:
e isso é uma prática sagrada.
A Paciência búdica é libertadora,
nos infla de amor e compaixão
para conosco e para com todos.
Não difere trabalho de lazer,
Não difere lazer de trabalho,
É um dos caminhos para
libertação de todo medo.
A Manobra
Serenamente repouse sua mente
no silencioso vazio do presente.
Tranquilamente sente-se.
Observe por um instante:
Essa agitação constante;
O sonho caótico à deriva;
Pesadelo do ego que grita.
Eis o cenário decadente:
prisões feitas de sombras,
criadas por nossas mentes.
Respire solenemente.
Repouse sua mente no presente.
Descanse e durma na batalha.
Se quiser até brinque com os sonhos,
sem se esquecer que está sonhando,
sob o risco de levar o sonho à sério.
E agora, a manobra mais ousada
para superar a comum dualidade:
Sem fazer nenhum esforço,
Sem tentar nenhum apego,
Supere o teu próprio medo.
Amor e compaixão terei por meus irmãos
ao tempo que entendimento sinto e tenho
por meus próprios sonhos e devaneios.
Quiroga - Sossegue
27-5-2012 - SOSSEGUE
Data Estelar: Sol e Mercúrio em conjunção; Lua cresce em Leão.
Respire fundo, sossegue, tome as rédeas de sua mente e conduza os pensamentos ao descanso.
Assim, no mínimo domínio do seu ser você terá maiores e melhores chances de fazer frente a uma semana de hostilidades que vem por aí, tanto para não ser infernizado por essas quanto para não ser você uma das presenças que aparentemente incorporam demônios e se dedicam a hostilizar os semelhantes como se fossem os culpados de todas as tribulações experimentadas.
Os recursos energéticos que são gastos nas hostilidades agregam caos ao já existente, pois a única saída para nossa humanidade recriar a civilização e colocá-la num rumo saudável é substituir a desenfreada competição pela colaboração mutua, tanto quanto banir a desconfiança e no lugar dela colocar a solidariedade.
Master Oracle
Master Oracle
So forget who you think you are
And realize what you can be.
And so you understand that
You are free to be yourself.
You are the Master of yourself.
You are the Oracle of yourself.
Good karma leads to good habits.
Good habits move us foward.
Bad karma leads to bad habits.
Bad habits hold us back.
Karma is Dream patterns that
We hold on to it.
Our conscious minds are capable of
Consume or produce onirc pulses.
A sequence of oniric pulses
I call a Flow.
A sequence of oniric flow can be
called a Dream.
If I pay attention to the Flow
my Mind is,
I can realize that the so called reality is a dream.
I can realize that my habits are karma and karma
Can be managed and decompose to oniric pulses
And finally but not least I can select each pulse
My Mind is about to consume or to produce
And that way I can compose my true karma,
I can master my own dreams and be the one
Oracle of my so called reality.
Enviado via iPhone
Quiroga: FELICIDADE DE SER
O bem-estar e felicidade que todos almejamos se resume a sermos quem realmente somos e nada além nem aquém.
Afirmá-lo, porém, é mais fácil do que praticá-lo, pois, quem pode se arrogar o direito de dizer que sabe quem realmente é?
Desconhecemos quem realmente somos, não por falta de informação, mas por excesso dessas.
Sim, porque pensamos que somos o produto de nossa educação, das tradições familiares, do país em que nascemos, que somos também produto da influência do meio ambiente e dos traumas da infância, também pensamos que somos um corpo, ou uma alma aprisionada num corpo, enfim, somos muitos numa só experiência existencial.
Desconhecemos quem realmente somos, contudo, se mantém a afirmação essencial, só seremos felizes quando reconheçamos nosso verdadeiro ser e nunca mais o abandonarmos desnutrido.
What if
What if I imagine sounds, so real that I can hear them?
What if I imagine images, so real that I can see them?
What if our minds are just dream machines
and the dreams are so real that we believe them?
I should believe we are all dreamers that dream all the time.
I should believe each dream is made by frames.
I should believe each frame has multiple shapes.
And each shape is full of an image or sound or sense.
And each sense is an oniric pulse.
Our minds are capable of consume oniric pulses.
Our minds are capable of produce oniric pulses.
What if we become aware of this oniric flow?
What if we can chose and select our oniric flow?
Will we be albe to chose and select our dreams?
Can we compose our oniric flow instead of just dream on it?









